Quem somos
O Cordel é um veículo de jornalismo analítico fundado em Brasília por repórteres que cansaram de cobrir apenas o placar do Congresso. Nosso foco é o que acontece depois do discurso: empenhos, emendas, portais de transparência, votações nominais e os silêncios das instituições quando perguntamos com método.
O nome remete à tradição do cordel brasileiro — narrativa popular, direta, sem intermediário — adaptada ao formato longform digital. Não somos agência de notícias nem consultoria política. Publicamos pouco, com apuração longa.
O que cobrimos
Quatro editorias organizam a pauta: Congresso (Câmara, Senado, emendas, regimento), Orçamento (execução no DF e âmbito federal), Dados Abertos (qualidade, APIs, reutilização) e Política Federal (articulação do Executivo e impacto legislativo).
Brasília é nossa base física e intelectual. Muitas decisões que afetam municípios distantes são tomadas aqui — e muitas vezes só ficam visíveis para quem cruza planilhas.
Como trabalhamos
Cada reportagem passa por revisão editorial e checagem de fontes. Quando usamos bases de dados, indicamos data de extração e limitações metodológicas. Quando uma autoridade não responde no prazo da Lei de Acesso à Informação, registramos o silêncio — isso também é informação.
Não aceitamos pauta comercial disfarçada de reportagem. Patrocínios, se existirem no futuro, serão claramente identificados e separados do conteúdo editorial, conforme nossa política editorial.
Por que o nome Cordel
Literatura de cordel circulava em folhetos, de mão em mão, com linguagem direta e referência ao lugar de quem contava a história. Nosso jornalismo tenta o mesmo: textos longos, acessíveis, ancorados em documento público e em quem sente na pele o efeito de uma decisão em Brasília. Não romantizamos o formato — usamos a metáfora como lembrete de que informação pública também precisa chegar legível.
Equipe
Ana Luísa Ferreira coordena a cobertura de Congresso e análises de votação. Jornalista formada pela UnB, trabalhou em redações de política antes de ajudar a lançar o Cordel em 2025.
Marcos Vilela cobre orçamento público e tribunais de contas, com atenção ao GDF e ao entorno. Cientista político, fez mestrado sobre transparência fiscal subnacional.
A redação opera de forma enxuta, com colaboradores pontuais para diagramação e revisão de dados. Atualizado em .
Contato
Sugestões de pauta, correções e parcerias acadêmicas: [email protected]. Para mensagens com documentos anexos, use o formulário de contato.